quinta-feira, 26 de abril de 2007

Você sabia... - 001

... que o Convento de Santo Domingo, em Cusco, foi construído sobre as fundações de pedra polida do antigo Koricancha, o Templo do Sol?
Neste imponente templo, representantes de todos os suyos (regiões) do Império Inca vinham render culto e tributo aos deuses do Tahuantinsuyo, o mundo andino. O local serviu ainda para determinação precisa de posições geográficas através da observação diária do Sol.
Endereço: Interseção da Av. El Sol com Rua Santo Domingo - Cusco/PERU.
Visitas: Segunda à Sábado, das 8:00 às 17:00 hs. Domingo e feriado, das 14:00 às 17:00 hs.
Ingresso: S/. 6.00 - Estudantes: S/. 3.00

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Dica para o viajante - 004

Estando em La Paz, não deixe de fazer uma visita ao Monte Chacaltaya (que possui a pista de esqui na neve mais alta do mundo!), um dos inúmeros nevados que rodeiam a cidade. Além de Tiahuanaco e do Lago Titicaca, é uma atração imperdível.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

A Pedra Sagrada de Machu Picchu

por Carlos H. A. Andrade - Projeto INTI/BRASIL


Uma das mais fascinantes obras da civilização incaica começa agora a ser entendida. Trata-se da famosa pedra de Intihuatana, localizada no ponto mais alto da cidade mística de Machu Picchu, nos Andes peruanos. A rocha, tida por muitos como poderoso centro de energia, é cultuada até hoje, mesmo passado séculos de abandono. Místicos, esotéricos e curiosos de todo o mundo visitam Machu Picchu, e como lembrança ou pequeno souvenir trazem na bagagem dezenas de fotografias deste local sagrado.
Para as civilizações Incas, no entanto, ao contrário do que é dito na maioria dos livros de História, esta pedra não tinha uma função tão simples assim, muito menos funcionava como um relógio solar. Devido ao íntimo contato com o céu, o povo que um dia ali viveu necessitava, e muito, das observações dos astros, para sua própria sobrevivência. Como eram auto-suficientes em termos de alimentação, necessitavam conhecer a melhor época para o plantio e para a colheita, bem como era necessário também conhecer os pontos cardeais para edificarem suas construções. Noções importantíssimas de Geometria e Trigonometria eram adquiridas pelos antigos Incas através de profundos estudos do céu, sua única tela cinematográfica. Por outro lado, por serem politeístas, tinham nos astros seus deuses. Criaram inúmeras constelações, construíram calendários, ergueram monumentos grandiosos, tudo com a constante observação do céu. É sabido hoje que essa civilização possuía uma profunda ligação com o além, no entanto, essa ligação, após sucessivos trabalhos de pesquisa, mostrou-se muito maior e mais complexa do que se imaginava até então...

Qual a verdadeira função da Intihuatana?

Apenas uma rocha lavrada num único bloco dominando o terraço mais alto de Machu Picchu. Seu tamanho pode às vezes decepcionar, mas suas formas e sua posição.... certamente chama a atenção de todos. Tal pedra parece dominar todo o império. Império esse estendido não só pelo Peru, mas também Bolívia, Chile e partes da Argentina e Equador. Esta é a Intihuatana, palavra quéchua que traduzida a grossos modos nos dá uma idéia bem clara do que esta pedra representava para aquele povo. "Inti" provém de Sol, o Sol dos Incas, enquanto que "huatana" descende da palavra "huata", que significa amarrar, prender mediante cordas. Seria então a Intihuatana O LUGAR ONDE SE AMARRA O SOL? Por que? A resposta é ao mesmo tempo simples e fascinante: todos sabem que nosso planeta possui um eixo de rotação inclinado em relação ao Sol aproximadamente 27 graus. Tal inclinação faz com que fenômenos interessantes ocorram na Terra. Grande parte desses fenômenos só foram entendidos e explicados mediante o uso de aparelhos de estudos. Os povos Incas, contrariando tal regra, entenderam muitos desses fenômenos, e por assim dizer, aproveitaram desse conhecimento para se perpetuarem. Como já dito anteriormente, necessitavam conhecer a melhor época para o plantio e para a colheita. Através da Intihuatana, é ainda hoje, perfeitamente possível identificar as estações do ano. Como? A Intihuatana está posicionada perfeitamente em função dos pontos cardeais. Esses pontos não são os mesmos identificados pela bússola, visto que esta nos mostra o Norte e o Sul magnético e não o geográfico. Os Incas também já sabiam disso. Em outros sítios arqueológicos teremos a comprovação de que conheciam muito bem várias noções de Astronomia e Geometria.
Pois bem, devido à inclinação do eixo de nosso planeta - aparentemente - o Sol às vezes parece se dirigir, ora ao hemisfério Norte, ora ao hemisfério Sul. Quando o astro rei se declina para o lado Norte, temos então aqui no Sul a estação do Inverno, já que nesse momento maior concentração de calor e luz estará acontecendo no Norte. Passados então cerca de seis meses, as posições se invertem: devido ao movimento de rotação da Terra, o Sol, aparentemente, vem para o Sul trazendo-nos calor e luz, enquanto que ao Norte resta apenas frio, ou seja, o Inverno... Os Incas não conheciam esses movimentos, motivo pelo qual tiveram a idéia de amarrar o Sol para que, quando o mesmo resolvesse se afastar da Terra, mediante cordas pudessem trazê-lo de volta. E aí entra em cena a pedra de Intihuatana. Segundo nos conta a tradição, o Sol estava amarrado à ela através de forças ocultas, permitindo assim aos povos Incas, puxá-lo de volta tão logo começasse a fazer frio...
No entanto, o que mais nos chama a atenção, são as profundas e intrigantes construções, quase todas, realizadas segundo técnicas de Engenharia e Arquitetura ainda hoje não explicadas. A Intihuatana, por exemplo, está trabalhada com tal precisão da mesma forma que se corta um bolo... Mas, é granito !Tudo indica que as verdadeiras funções da pedra de Intihuatana estão ligadas diretamente ao estudo das estações do ano, suas ligações com o mundo celestial, com as melhores épocas para o plantio e para a colheita, bem como que com a construção da própria cidade de Machu Picchu. Nesta cidade, inclusive, não obstante, há muito próximo à Intihuatana, um verdadeiro relógio solar, tipo equatorial, autêntica prova da inteligência incaica. Como porém a maioria dos livros de História e Geografia não trazem menção de tal aparelho, atribuindo suas utilidades à Intihuatana ? Em sítios arqueológicos não muito distantes de Machu Picchu, é possível encontrar outras inúmeras pedras, verdadeiros monumentos, com a única e exclusiva finalidade de entender conceitos básicos da natureza. Em Ollantaytambo, por exemplo, uma gigantesca montanha é até hoje usada para a determinação das estações do ano. Se essas pedras (monolitos, por que não ?) são realmente centros de energia, os quais atraem hoje milhares de turistas de todo o mundo, nisto a ciência nada opina a respeito, deixando para os místicos e esotéricos esta finalidade.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Dica para o viajante - 003

Não tente se aventurar pelo Vale Sagrado dos Incas sozinho. No mapa, as distâncias enganam. O que parece pouco, não o é - de um lado ao outro, o Vale tem mais de 100 km de distância! Percorra-o sempre com a ajuda de algum guia local (podemos sugerir alguns - escreva-nos). Certamente será mais proveitoso, pois em todo seu trajeto há importantes sítios arqueológicos e astronômicos que, na maioria das vezes, passam despercebidos aos visitantes que não conhecem a região. Esteja certo de uma coisa: há locais muito mais interessantes dos que aqueles oferecidos pelas agências de turismo!

Machu Picchu em sua visão clássica


Fotografia de Machu Picchu feita por nosso amigo Willian Vieira dos Santos, de Americana/SP, em recente viagem ao Cuzco. Fica aqui registrado nosso convite a todos os amigos para postarem imagens dessa e de outras cidades andinas.

Governo peruano rejeita limitação de visitas a Machu Picchu

Instituto Nacional de Cultura do Peru quer diminuir o número de visitantes à cidadela inca para evitar o afundamento ou deslizamento do local

LIMA - O presidente peruano, Alan García, rejeitou nesta sexta-feira, 30, os estudos que recomendam limitar o número de visitantes no santuário arqueológico de Machu Picchu, situado em Cuzco, antiga capital do império inca. "De onde saem esses relatórios, esses boatos?", perguntou o líder social-democrata.
García disse também que "ninguém pensa em limitar o acesso à Catedral de Notre Dame", visitada por 40 milhões de pessoas ao ano, na França. "Eu diria que há uma atitude um pouco alarmista, catastrofista. Peço aos amigos do Instituto Nacional de Cultura (INC) um pouco mais de otimismo e um pensamento moderno", afirmou.
Além disso, García criticou a idéia de aumentar a tarifa de ingresso em Machu Picchu para limitar a entrada a 1.500 pessoas, evitando assim o afundamento ou deslizamento da cidadela.
"Dizem que é preciso subir o custo de ir a Machu Picchu para US$ 100 por pessoa. Assim ninguém vai lá. Com essa decisão só conseguiremos asfixiar as coisas", opinou.
"Com isso de repente os turistas podem resolver não ir mais a Machu Picchu. E quem sai perdendo?", comentou García durante um ato público com empresários em Lima.
Atualmente, o santuário inca, que ocupa uma extensão de 50 mil hectares, recebe 2 mil visitantes por dia.
Numa entrevista à agência de notícias Efe, a gerente geral do Escritório de Promoção do Peru (Promperú), subordinado ao Ministério do Turismo, Mara Seminario, tinha afirmado que tentaria reduzir o número de visitantes, que causam um desgaste no solo de Machu Picchu.
Além disso a cidadela inca, encravada na rota que une a selva onde nasce o rio Amazonas e as montanhas que formam os Andes peruanos, sofre do risco latente dos "huaycos", ou enchentes, na língua dos incas, quíchua. Machu Picchu é a principal atração turística do Peru.

Fonte: Estadão

ARQUEOASTRONOMIA

por Eduardo Pérez Remán (antropólogo) e Carlos H. A. Andrade (astrônomo)

A Arqueoastronomia (o estudo dos vestígios arqueológicos e sua relação com a Astronomia) é uma ciência relativamente nova e que abre uma porta para além dos labirintos da história da humanidade. Pode ser considerada parte de um despertar do conhecimento dos historiadores e dos especialistas acadêmicos, já que as capacidades – tanto intelectuais como tecnológicas – dos povos foram demasiadamente subestimadas.
No afã de encontrar as marcas dos nossos ancestrais para entender nosso passado, a história tem sido dividida em duas etapas: antes e depois da linguagem escrita. Sem dúvida que este conceito segue parâmetros que se perdem nas provas limitadas e no pouco que investigamos sobre as épocas remotas. Cada descoberta que ilustra nossa memória histórica clareia por um lado algumas questões, ao mesmo tempo que nos submerge no vasto acervo do conhecimento, onde cada vez que se aprende algo novo, se multiplicam as possibilidades de se saber mais.
Uma grande quantidade de monumentos e palácios cerimoniais da antigüidade são hoje testemunhos da grandeza dos povos que os construíram. Nessas surpreendentes estruturas arquitetônicas, os povos antigos moldaram sua história e sua religião, seu conceito do tempo e do espaço, sua sabedoria em terrenos como a Matemática, a Geometria, o planejamento urbano, e o seu vasto conhecimento dos astros e dos movimentos celestes. A idéia do céu como parte do reino sagrado onde habitam os deuses esteve sempre presente no pensamento dos construtores desses monumentos. Eles se aperceberam das posições particulares de alguns astros e com uma interpretação religiosa, dedicaram seus centros cerimoniais a certas deidades associadas com as estrelas ou com alguns movimentos celestes.
Tanto os construtores de Stonehenge na Inglaterra – que há 5 mil anos incorporaram um sistema de predição dos eclipses – como os da pirâmide de Giza (Egito) se esforçaram ao máximo para alinhar e edificar seus monumentos de tal modo que funcionaram com precisão como observatórios astronômicos. Esta prática ancestral deixou marcas por todo o mundo: Machu Picchu, Nazca e Ollantaytambo no Peru, Tiahuanaco na Bolívia, Baalbeck no Líbano, Malinalco no México, etc.
Na península de Yucatán há notáveis locais sagrados desse tipo. Na majestosa pirâmide de Chichén Itzá, onde se pode observar nas escadarias, nas passagens equinociais, o fenômeno de luz e sombra conhecido com “A descida de Kukulcan”; Tulum é um curioso centro cerimonial cercado por um muro, situado em frente ao mar do Caribe, onde se encontram diminutos edifícios em forma cúbica que contrastam assombrosamente com as suntuosas pirâmides e palácios. Hoje se sabe que esses “quartinhos” eram pequenos observatórios, onde se seguia, através de furos no teto, a passagem de determinados corpos celestes; na porta do “Templo das Sete Bonecas”, em Dzibilchaltúm, formoso e aprazível sítio próximo da cidade de Mérida, se pode ver marcas destinadas à observação dos equinócios.
Para poder se integrar à visão dos construtores desses templos/pirâmides/calendários/observatórios, é necessário usar diversas ferramentas, como a Arqueologia, a lingüística, a história das religiões, a Astronomia, enfim, todas as ciências humanas.
A Arqueoastronomia tem a virtude de alimentar-se de todas. Confirma que a construção desses edifícios fabulosos não se deu por sorte e nos permite vislumbrar esse universo escondido das grandes civilizações desaparecidas.
Os construtores dessas cidades já não existem, porém seus relógios ainda estão em movimento.

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Dica para o viajante - 002

Já com o boleto de ingresso aos sítios arqueológicos de Cuzco em mãos, faça o percurso Koricancha - Plaza de Armas - Sacsayhuamán - Qenqo - PucaPucara - TamboMachay à pé. São aproximadamente 7 km. Saia logo de manhã (por volta das 07:30 hs), levando na bagagem apenas o boleto turístico, máquina fotográfica, cantil com água e algo para comer. Use o asfalto, ou corte caminho por entre as montanhas, o que torna o passeio ainda mais agradável.
No caminho, aproveite para visitar os antigos moradores locais. Eles ficarão felizes pela visita. Retorne no final da tarde e veja o maravilhoso pôr do Sol de Cuzco.
Não se esqueça de levar também caramelos para as crianças.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Dica para o viajante - 001


Estando na região de Cuzco, não deixe de passar pelo menos uma noite em Ollantaytambo, povoado situado no coração do Vale Sagrado dos Incas, e que constituiu um complexo militar, religioso, administrativo e agrícola. Além de ser bem barato, o local é o único de topo o grandioso império Inca que mantém suas características inalteradas, mesmo após a ocupação espanhola. Um verdadeiro museu à céu aberto. Detalhe para os diversos sítios arqueológicos e astronômicos situados ao redor da cidade. À noite, pouquíssimos lugares no mundo tem um céu tão estrelado e bonito!

PERU REJEITA LIMITAÇÃO DE VISITAS A MACHU PICCHU

LIMA - O presidente peruano, Alan García, rejeitou na última Quinta-feira (29/03) os estudos que recomendam limitar o número de visitantes no santuário arqueológico de Machu Picchu, situado em Cuzco, antiga capital do império inca.
"De onde saem esses relatórios, esses boatos?", perguntou o líder social-democrata.
García disse também que "ninguém pensa em limitar o acesso à Catedral de Notre Dame", visitada por 40 milhões de pessoas ao ano, na França.
"Eu diria que há uma atitude um pouco alarmista, catastrofista. Peço aos amigos do Instituto Nacional de Cultura (INC) um pouco mais de otimismo e um pensamento moderno", afirmou.
Além disso, García criticou a idéia de aumentar a tarifa de ingresso em Machu Picchu para limitar a entrada a 1.500 pessoas, evitando assim o afundamento ou deslizamento da cidadela.
"Dizem que é preciso subir o custo de ir a Machu Picchu para US$ 100 por pessoa. Assim ninguém vai lá. Com essa decisão só conseguiremos asfixiar as coisas", opinou.
"Com isso de repente os turistas podem resolver não ir mais a Machu Picchu. E quem sai perdendo?", comentou García durante um ato público com empresários em Lima.
Atualmente, o santuário inca, que ocupa uma extensão de 50 mil hectares, recebe 2 mil visitantes por dia.
Em entrevista, a gerente geral do Escritório de Promoção do Peru (Promperú), subordinado ao Ministério do Turismo, Mara Seminario, tinha afirmado que tentaria reduzir o número de visitantes, que causam um desgaste no solo de Machu Picchu.
Além disso a cidadela inca, encravada na rota que une a selva onde nasce o rio Amazonas e as montanhas que formam os Andes peruanos, sofre do risco latente dos "huaycos", ou enchentes, em língua quíchua.
Machu Picchu é a principal atração turística do Peru.


Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Apoie o documentário do Projeto INTI - Produção Cultural (Lei Rouanet)

Documentário para TV a ser realizado por equipe de profissionais da área. Apresentação da atriz Lala DeHeinzelin. As civilizações Incas pela ótica científica, com trabalhos sendo orientados por pesquisadores brasileiros e peruanos, responsáveis por estudos científicos numa região em que raras câmeras de TV arriscaram chegar. A produção terá como eixo principal o famoso Caminho Inca à Machu Picchu, no Peru, uma das regiões mais belas e inóspitas da Terra.

Importante:
Em 2004 recebemos a importante chancela do Ministério da Cultura do Brasil (MinC), sob número 035703, publicada no Diário Oficial da União do dia 08/03/04.


Produção e Formatação de Projeto:

Viagem à Bolívia e Peru - EM BREVE

Conheça a terra dos Incas com a equipe do
Projeto INTI


É proposta que o Projeto INTI e uma importante operadora de turismo (ainda em negociações), fazem à você. Mergulhe no fascinante mundo incaico com uma viagem de turismo científico e cultural. Deixe de lado o misticismo e esoterismo tão comum neste assunto e veja o que os antigos Incas fizeram com sua inteligência! É de se surpreender...

Nossos roteiros incluem todas as facilidades para esse tipo de expedição, bem como visitas detalhadas à diversos sítios arqueoastronômicos com acompanhamento de especialistas no assunto, com mais de 26 viagens de pesquisa à Bolívia, Chile e Perú.

Grupos de até 20 participantes.

Oferecemos também serviços especializados para agências de turismo. Contacte-nos.

Maiores informações podem ser adquiridas através deste espaço ou pelo nosso e-mail.

Vote em Machu Picchu para o New7Wonders!